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Perguntas frequentes

As dúvidas que aparecem
com mais frequência.

Reuni aqui as perguntas que mais ouço no consultório. Da primeira consulta ao reembolso de convênio, passando por vacinas, homeopatia e telepediatria. Se sua dúvida não está aqui, mande mensagem pra Edilaine que respondemos.

Primeiras consultas

Com que idade devo levar meu filho à primeira consulta?

O ideal é a primeira semana de vida, alguns dias após a alta da maternidade. É nesse encontro inicial que avaliamos o ganho de peso, a icterícia, a amamentação e tiramos as primeiras dúvidas (que são muitas e legítimas). Depois, seguimos o calendário de puericultura: mais frequente nos primeiros meses, espaçando conforme a criança cresce.

Faz consulta pré-natal pediátrica?

Sim, e é um dos encontros mais bonitos. Acontece no terceiro trimestre da gestação: uma conversa com os pais (presencial ou por telepediatria) para alinhar amamentação, primeiros cuidados com o recém-nascido, ambiente seguro em casa, calendário vacinal e como será a primeira consulta após o parto. Vocês chegam à maternidade com a pediatra já escolhida e o caminho desenhado.

Atende adolescentes?

Sim, atendo dos 0 aos 18. Adolescência tem perguntas próprias: corpo que muda, alimentação, sono, saúde mental, primeiras vezes. E essas consultas respeitam a privacidade do adolescente, com participação dos pais quando apropriado e um espaço seguro pra ele falar quando precisa.

Atende prematuros?

Sim. Bebês prematuros têm calendário de acompanhamento mais frequente nos primeiros meses (correção da idade gestacional, ganho de peso, desenvolvimento neuropsicomotor) e calendário vacinal específico. A primeira consulta geralmente é logo após a alta da UTI neonatal.

Pediatria + Homeopatia

Qual a diferença entre pediatria convencional e homeopática?

A pediatria convencional é a base: protocolos clínicos, evidência científica, decisões que protegem do que é grave. A homeopatia pediátrica é um olhar adicional: medicação individualizada que considera o conjunto da criança, não apenas o sintoma do momento. Em cada caso, eu mostro o que faz mais sentido. Em muitos, as duas caminham juntas.

A homeopatia substitui vacinas ou antibióticos quando necessários?

Não. Em hipótese alguma. A homeopatia caminha junto, não no lugar. Vacinas são seguras, eficazes e indispensáveis. Sigo integralmente o PNI e as recomendações da SBP. Quando o quadro pede antibiótico ou medicação convencional de urgência, a prescrição é feita sem hesitação. A homeopatia entra antes (constitucionalmente) e ao lado (atenuando reações e fortalecendo o sistema imunológico).

Em quais quadros a homeopatia tende a fazer mais diferença?

Quadros que voltam sempre: otites de repetição, alergias respiratórias, dermatites, sono ruim, ansiedade infantil, amigdalites recorrentes (eu mesma fui criança com amigdalites de repetição que melhoraram com homeopatia indicada pelo meu tio). Também é potente como apoio constitucional contínuo: fortalecer o sistema imunológico, atenuar reações vacinais, reequilibrar o todo.

Misturar homeopatia com remédio convencional faz mal?

Não há interação medicamentosa entre homeopatia e medicação convencional. As duas convivem sem conflito. Inclusive, é exatamente assim que recomendo na maioria dos casos: convencional onde precisa, homeopatia onde ajuda. Sem dilema.

Vacinação

Como você orienta as famílias sobre o calendário vacinal?

Como toda pediatra, indico o calendário completo do PNI (Programa Nacional de Imunizações) e algumas vacinas particulares também recomendadas. Mostro pra família os benefícios — proteger o organismo da criança, evitar sequelas, evitar que uma doença infecto-contagiosa termine no pior cenário possível. Explico, não pressiono. Mas mostro com clareza a necessidade. E, para atenuar eventos adversos das vacinas, oriento medicamentos homeopáticos que fortalecem o sistema imunológico e ajudam o corpo da criança a responder melhor.

É possível atrasar ou pular alguma vacina?

Atrasar ou pular sem indicação clínica clara não é recomendado. O calendário do PNI é construído com base em evidência epidemiológica: cada vacina está naquele momento específico porque é quando o bebê tem mais risco daquela doença. Em situações específicas (criança internada, imunossuprimida, alergia grave a componente vacinal), pode haver ajuste — sempre individualizado em consulta.

Vacinas particulares são realmente necessárias?

Não são obrigatórias, mas algumas são fortemente recomendadas pela SBP além do PNI: rotavírus pentavalente, meningocócica B, varicela em dose única até certa idade. Em consulta avalio o histórico, contexto familiar e indico o que faz mais sentido para a sua criança.

O que fazer se a criança tiver reação à vacina?

Reações leves são esperadas: febre baixa nas primeiras 24-48h, dor local, irritação. Trato com analgésico/antitérmico convencional e medicamento homeopático para acelerar a recuperação. Reação importante (febre alta persistente, alergia, choro inconsolável por horas, convulsão) — me avise imediatamente. Nesse caso eventualmente avaliamos antes da próxima dose.

Logística do atendimento

Atende por convênio? Como funciona o reembolso?

O atendimento é particular. Cada consulta é cobrada individualmente. Sem mensalidade, sem pacote. Emitimos nota fiscal detalhada com o código TUSS da consulta, que vocês apresentam ao convênio para pedido de reembolso. O valor ressarcido depende do plano de saúde contratado.

Quais são os horários de atendimento?

Atendo terças, quartas e quintas. O agendamento é feito com a secretária Edilaine pelos WhatsApps (11) 97811-3889 ou (11) 91130-2020. Ela responde no mesmo dia, encaixa o melhor horário e confirma o local (Alphaville ou Morumbi).

Telepediatria substitui a consulta presencial?

Não substitui, complementa. Tem coisas que só o exame físico resolve: ausculta, palpação, conferir o peso, ver a criança de perto. Para retornos, ajustes de tratamento, dúvidas pontuais e orientações entre uma consulta e outra, a telepediatria funciona muito bem e poupa o deslocamento de uma criança que pode estar precisando ficar em casa.

Telepediatria atende todo Brasil?

Sim. Atendo por videochamada para famílias em qualquer estado brasileiro. Particularmente útil para retornos, consultas pré-natais pediátricas e segunda opinião. Para a primeira consulta de um paciente novo, prefiro avaliação presencial pelo menos uma vez quando possível.

E se acontecer uma urgência fora do horário?

Pacientes que estão em acompanhamento contam com um canal direto via WhatsApp durante o horário comercial, pra aquela dúvida que não pode esperar a próxima consulta. Em emergências graves (febre muito alta no bebê pequeno, dificuldade respiratória, convulsão, trauma), vá direto ao pronto-socorro pediátrico mais próximo. Tempo é crítico nesses casos, e nenhuma consulta remota substitui a avaliação imediata presencial.

Emite atestados e relatórios escolares?

Sim. Atestados, declarações de comparecimento, relatórios para escola, planos de cuidado para creche, formulários para esporte. Emitidos na própria consulta ou enviados por e-mail logo depois.

Quanto tempo dura uma consulta?

Primeira consulta dura cerca de 1 hora. Retornos costumam ser de 30-45 minutos. O tempo é o que o caso pede, não o que o relógio manda. Se a conversa precisar continuar, continua.

Documentação e legal

Como guardam os dados clínicos da minha criança? (LGPD)

Os prontuários são armazenados em sistema clínico próprio, com acesso restrito apenas à equipe que cuida da sua família. Cumprimos integralmente a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Você pode solicitar cópia, retificação ou exclusão dos dados a qualquer momento.

É feita prescrição digital?

Sim. Todas as prescrições saem digitalmente (com assinatura eletrônica certificada quando necessário) por e-mail e/ou WhatsApp. Receitas válidas em qualquer farmácia do país.

Posso transferir o histórico do meu filho de outro pediatra?

Claro. Traga a caderneta de saúde da criança e qualquer relatório/exames anteriores. Na primeira consulta integramos esse histórico ao novo prontuário.

Tenho outra dúvida — mandar pelo WhatsApp